Mostrando postagens com marcador Agile. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Agile. Mostrar todas as postagens

21 de fevereiro de 2020

Agile - Apresentações





Algumas apresentações que fiz sobre Agile nesses últimos tempos:

Conceitos Ágeis

Scrum e Kanban - LT

Desafios da implantação ágil


Minhas publicações no Blog da Sciensa:

Scrum – Primeiros Passos: Cerimônias e Papéis

BDD – Uma abordagem interessante no Scrum

Um podcast que vale a pena ouvir:
Conversa ágil


Desde que entrei na aviação quase não postei aqui, porém agora como Community Manager na Sciensa, posso voltar a ter um material legal para compartilhar =)


Acompanhe as palestras, workshops, eventos e meetups organizados na Sciensa: Sciensa Meetup

18 de outubro de 2013

Scrum Passos e Desafios - Remodelada USCS 2013

Hoje estarei ministrando a palestra abaixo na Semana da Computação na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS antigo IMES).


29 de maio de 2012

Conexão Java 2012



Domingo, dia 27/05 aconteceu o Conexão Java, um evento para quem está começando com esta linguagem de programação.
Todos os temas foram interligados por um problema comum (o que foi uma ótima sacada) e as apresentações seguiram desse problema.

09:00 - Começou com a palestra Java por dentro com Paulo Silveira
09:45 - Foi a vez do Mauricio Aniche com a palestra Boas práticas de Orientação a Objetos
11:00 - Cecília Fernandes deu a palestra Conhecendo melhor as Collections
11:45 - A Web: Component Based com JSF com Alberto Souza
14:00 - A Web: o Action Based com Vraptor do Adriano Almeida
14:45  - Guilherme Silveira destruindo com a palestra Sua primeira aplicação com JPA e Hibernate
16:00  - Seguiu a palestra Colocando nossa aplicação no Cloud com Hanneli Tavante
16:45  - Palestra feita por Erich Egert - Criando uma aplicação Mobile para Android
17:30 Foram a vez das Lightning talks com o pessoal do GUJ:
          - Desenvolvendo RIA com Java e EXT GWT - Loiane Groner
          - Cultura da empresa, um problema na adoção ágil - Eduardo Bregaida
          - Aprendi Android, e agora? - Fernando Boaglio
          - Jogos com Android - André Silva
          - Minha primeira aplicação iOS em (quase) 5 minutos - Ricardo Valeriano e Diego Chohfi
          - Sérgio Lopes trollando e sorteando os prêmios

Valeu muito a pena ir, rever os amigos, ver o pessoal empolgado que está começando com Java, o evento contou com 400 pessoas, toda organização feita pela Caelum.
Os fontes das palestras estão disponíveis no GitHub do Conexão Java.
Outra novidade foram as apostilas abertas da Caelum em formato de livros.

Também foi comemorado os 10 anos de GUJ e os 8 anos da Caelum.

O Conexão Java 2004 foi o segundo evento que participei, abriu muitas portas e conheci muitas pessoas, aprendi muito e valeu a pena, meu conselho é: "Vá, participe de eventos, converse com as pessoas que estão em volta, você não irá se arrepender".
Fiquei muito feliz em participar, ano que vem, estarei novamente no evento.

No Blog da Caelum, também há um post sobre o evento.
Algumas fotos no meu Flickr.

14 de setembro de 2011

QConSP 2011 - Eu Fui e foi Show!



Esse ano houve a segunda edição do QConSP (Twitter: #QConSP) com diversas palestras de alto nível, o melhor evento de TI do ano, diversos palestrantes de fora do Brasil, vou falar um pouco do fim de semana na QCon São Paulo.
Os slides das palestras podem ser vistos acompanhando a time line do #QConSP pelo twitter.
Antes de falar das apresentações vou falar da galera (que com certeza esquecerei de botar todos, pois foram muitos amigos tanto os que estavam fora como os que moram em outros estados do Brasil), foi ótimo rever o pessoal do JavaCE que foram numa caravana enorme para o QCon, o Handerson Frota, o Celso Martins, o Danilo Sato que atualmente está na Europa, a Loiane (IBM), o Diego Plentz, Bruno Borges de Wicket, o Fabio Akita, Luca Bastos, Christiano Milfont, Lucas Cavalcanti, Maurício Linhares, Fernando Boaglio, Washington Botelho, Bruno Oliveira, Alberto Luiz Souza, Cristiano Sanchez, Jean Donato, Alexandre Freire, Marcelo Tozzi,  o pessoal do GURUSP, do CafeComJava (Alexandre Saudate, Rafael Afonso, Léo Biscassi e Christian Reichel), muitos amigos do GUJ (incluindo os desaparecidos como Fernando Meyer, Fábio Kung e o Daniel Destro) e é claro está de Parabéns novamente pela organização a CAELUM, revi meus grandes amigos que considero como irmãos, o Paulo Silveira, o Guilherme Silveira, o Guilherme Moreira que atualmente cuida da Caelum no DF, o Nico Steppat (atualmente cuidando da Caelum RJ), o Sérgio Lopes, Luiz Bassi, Renata Bassi, Camila Farinho, Cecilia Fernandes, Adriano Almeida, Anderson Leite, David Paniz, Rubem Azenha, Douglas Campos (qmx), Gabriel Oliveira, José Donizetti, Raphael Lacerda, certeza que estou esquecendo pessoas... 


Sábado:

No Sábado assisti as palestras:
Jim Webber - Aprendizados de grandes sistemas HTTP-centric.

Sérgio Lopes - Por uma Web mais rápida: Técnicas de otimização de Sites
Danilo Sato - Refatoração em larga escala

Guilherme Silveira - Design de código: a qualidade que faz a diferença
Daniel Destro -
Arquitetura de um sistema crítico de alta disponibilidade com soluções open source
Raphael Lacerda - Além do CDI com Seam 3
Daniel Sobral - Akka - Uma plataforma para o desenvolvimento de sistemas concorrentes e distribuídos para a JVM 
 

Lightning Talks

Christian Reichel - Por um Java mais funcional

José Donizetti - Dicas para testar código legado.
Eder Ignatowicz - Desenvolvimento Ágil Orientado a Testes: Como a busca pela qualidade transformou uma equipe de desenvolvimento Java
Daniel Cukier - Desenvolvendo sua infra-estrutura com testes
Handerson Frota - Aceite os testes de aceitação
Eduardo Bregaida - Cultura da Empresa - um problema na Adoção Ágil 

Eu adorei ter tido a oportunidade no QCon de apresentar um Lightning, achei que ia estourar o tempo, no final ainda sobrou um minuto e quarenta e um segundos rs ;D

Depois fomos para o hora extra no bar Opção continuar o networking.

Domingo:

As palestras que assisti no domingo foram:
Kunal Bhasin - Caching e NoSQL? 
Khawaja Shams - MythBusters - Mission Cloud Computing @ NASA
Nelson Haraguchi -  Escalando e Otimizando Projetos Legados
Saulo Arruda -  5 anos em 1 - aprendendo a empreender
Cecilia Fernandes - Melhorando um ambiente ágil
Fernando de la Riva -  Lean Startups
Cristiano Sanchez e Wladimir Domingues - Aplicações Móveis Híbridas: usando Web e Nativo juntos

Final das contas, o evento superou o de 2010, vale cada centavo, aprendi muitas táticas algumas que já comecei utilizar na empresa, o QConSP é um evento que se mostrou eficaz e de grande valia, não só por essas ótimas palestras, mas também pelo networking, rever os amigos que não estão por perto e conhecer as pessoas que normalmente conversamos apenas pelo fórum ou através de emails, messengers e afins...
Parabéns Caelum por mais esse sucesso.

Ano que vem tem mais QConSP.

Nos vemos lá =)  

12 de agosto de 2010

Como ser ágil

Ser Ágil não é apenas falar aqui no projeto eu uso SCRUM, ou XP, ou FDD ou Crystal Clear, DSDM, ASD, KANBAN, etc... etc... etc... eu explico um pouco de cada uma nessa apresentação.
O que acontece em muitos lugares no final é: Esse negócio Ágil não funciona... ou uso SCRUM pero no mucho... ou ainda, é SCRUM mas...
O fato é que a metodologia não faz milagres, vou me reservar a SCRUM e um pouco de XP, apenas para exemplificar coisas que já falo faz tempo... Não só eu como muitos que utilizam tais metodologias a sério.
Bom escolhi SCRUM e agora? Todos sabem que SCRUM tem uma série de etapas, algumas parecem inúteis, mas se fosse realmente inútil não estaria lá, pois de TODAS as metodologias ágeis SCRUM é a mais enxuta.
Como ia dizendo a equipe fala que usará SCRUM, mas não segue a risca, usa um SCRUM But, porque? As desculpas mais comuns, "ah você sabe que temos que adaptar a nossa rotina." ou "Isso que eu uso é que é útil o resto é só perca de tempo.". Bom dai depois de uns 6 meses está tudo atrasado, o projeto não sai e a culpa é da metodologia? Como eu disse num outro artigo, a culpa não é da metodologia e sim da cultura da empresa, assim como as pessoas que a utilizarão.
Não vou repetir isso novamente, hoje "invadi" a conversa alheia do Eduardo Guerra (@emguerra) com o Wanderson Alves(@wandersont) sobre professores que deturpam os conceitos ágeis, realmente a qualidade de ensino está cada vez mais decadentes, pois o dinheiro fala mais alto, mas o bom aluno deve ter na cabeça que tem que ir atrás da verdade e não apenas acreditar no que os outros falam, se fosse assim eu diria para todos: Depositem seu dinheiro na minha conta, isso é o certo, o cara tem que ir atrás.
Dai conversando com ele meu amigo Celso Martins (@celsoavmartins) me falou algo que realmente vejo em diversos lugares, SCRUM VS XP, SCRUM VS FDD, etc etc etc...
Na realidade não queiram comparar SCRUM com XP, são duas metodologias ágeis, porém uma complementa a outra.
Pense que SCRUM seria para você determinar os prazos do projetos ou seja gerenciar apenas o projeto e dentro das iterações do SCRUM você utilizaria XP para qualidade de código, programação em pares e etc.
Assim como vários professores dão ideias erradas, também vejo várias pessoas Xiitas dizendo que SCRUM não presta porque XP é melhor ou o inverso, na realidade, XP, SCRUM, KANBAN e FDD não são rivais, elas se completam onde uma tem a ideia de ser mais geral a outra é mais específica, se SCRUM é para gerenciar projetos, XP auxilia na qualidade de código e Refatoração de coisas mal desenvolvidas, assim como a evolução contínua do código escrito.
Vou falar um pouco do novo projeto e da nova equipe que estou trabalhando, nós utilizamos SCRUM, o Marcelo Ingarano é nosso SCRUM Master, eu e o Lúcio Toledo o SCRUM Team, os projetos estão a todo vapor e dentro do prazo, isso porque pensamos iguais, conhecemos a metodologia e existe 100% de comunicação, utilizamos também práticas de XP em alguns casos, refatoração é contínua, pois muita coisa muda e gambiarra está condenado na equipe, estou muito feliz por trabalhar numa equipe semelhante a da Masterdom com o Christian Reichel, o Thiago Senna, o Adrian Dantas, o Juliano Claiton no qual quase dois anos atrás fiz um post sobre a equipe toda.
As pessoas que trabalham comigo neste novo projeto são iguais, qualificadas, esforçadas e dá gosto de trabalhar com eles.
Mas se um deles fosse Xiita e falasse que XP e SCRUM não tem que ser usados juntos, que não funciona, etc... provavelmente este projeto estaria condenado, como eu disse no artigo sobre a metodologia não ter culpa, a equipe tem que estar focada, ter o mesmo objetivo e comprometimento.
Uma dica para empresas, esqueçam um pouco dinheiro, essa ideia de querer pagar pouco e espremer o funcionário dá nessas coisas como a notícia que vi hoje no G1.

Motive os profissionais, não apenas pagando mais, mas investindo em cursos e aprendizado, se a empresa for boa, pagar bem e fazer seu funcionário feliz ele não vai te abandonar, pelo contrário, ele motivado vai dar mais sangue para a empresa e produzir muito mais, funcionários insatisfeitos com seus empregos só fazem besteira e coisas de qualquer jeito até conseguir outro emprego.
Há ótimas escolas, tais como a Caelum do Paulo Silveira(@paulo_caelum), a GlobalCode da Yara Senger(@yarasenger), são ótimas escolas na qual seus profissionais estarão bem encaminhados para auxiliar sua empresa, investindo no funcionário ele estará cada vez mais qualificado para trabalhar para você e por consequência de bons serviços virão mais clientes e mais dinheiro para você e para sua equipe.
Para o profissional, não desista, mantenha-se antenado no mundo, estude, sua empresa não investe em você, pague você mesmo os cursos, se aprimore, compre livros e vá para um lugar que você se sinta bem, sua qualidade de vida com toda certeza aumentará, muitas vezes o salário também ;)

Concluindo esse post, basicamente eu quis dizer que: Não acredite em tudo que falam, estudem, se aprimorem e experimente, seja uma nova metodologia, um novo framework, uma nova linguagem de programação, conheça antes de criticar, utilize-a antes de desistir e depois você dará sua opinião.

Fica a dica principalmente para os universitários LiveMocha, não tem grana pra cursos de Java, diversas apostilas podem ser encontradas no site da Caelum, mini cursos grátis na GlobalCode e participe do GUJ e do JEDI, dos eventos de programação e encontros NETWORKING é TUDO, leia, baixe os artigos, quer ver as novas linguagens?Se você não programa é uma boa hora pra começar, se você já programa aprenda outras linguagens para se tornar um programador melhor, as comunidades e fóruns são grátis, Grupo de Ruby on Rails em SP ou o InfoQ.
Vá atrás, com certeza você não se arrependerá.

O que NÃO deve ter como Motivação: Dinheiro, pois isso é consequência de um bom trabalho, quanto melhor você é, mais ganhará =)

E desculpem pela demora de um post, provavelmente falarei de novo de JSF, Refatoração pois voltei a trabalhar com coisas mais novas ;) 

13 de abril de 2010

Scrum Solo? - Conclusão

Então demorei para colocar esse post, primeiro porque dia 17/04 haverá o #CaféComJava uma espécie de reunião para desenvolvedores que comecei a pensar e o pessoal topou, segundo pela falta de tempo mesmo, a corrida com um novo projeto, porém não vamos esquecer do projeto que fiz utilizando Scrum Solo que comecei no POST anterior: link

Bom vamos lá, o projeto saiu como o esperado, porém tive muitas surpresas, principalmente que como estava organizando, definindo prioridades acabava terminando em 1 semana ou menos, o que me animou mais ainda.

Este projeto agora está com outras pessoas e no momento minha parte está concluída, mas caso ele volte com novas features estarei pronto.

Primeiro porque como sobrava tempo junto com outros da equipe definimos uma arquitetura melhor de um modo que qualquer programador Java entendesse e conseguisse dar manutenção, facilitando a refatoração das partes desenvolvidas, estudei o sistemas e coisas comuns e padrões novos e mais eficazes foram implementados, o que garante que este sistema será produtivo, simples tanto para o programador como para o usuário.

Bom mas deixando Arquitetura e Refatoração de lado, vamos ao SCRUM:


Primeira Sprint após o post no blog:

Poucas coisas eu tinha no backlog, alguns problemas com umas querys e meu RSA deu pau (isso sim me preocupou, fiquei 2 dias sem computador por causa de instalação do RSA e programas da IBM).

Bom resolvido o problema do RAD em 5 dias ficou assim:

Ótimo, a empresa toda tirando um sarro por causa do Quadro e dos Post-its mas o primeiro Sprint Solo funcionando e faltando um prazo de 3 dias para acabar, levantei no mesmo dia o segundo Sprint após mostrar que o primeiro estava funcionando, documentado e o código além de limpo, estava comentado e totalmente POO.
No segundo Sprint era um módulo bem mais complicados com muitas regras de negócio e acabei colorindo mais, coisas em verde (faceis), amarelas (médio), rosa/laranja (difíceis ou problemas), meu quadro estava assim:
O Calendário foi que anotei os dias de Sprint, mas eu utilizava outro, pode ver que este está todo riscado, como eu mesmo acabei tendo que definir as Sprints e etc, peguei dois calendários para auxíliar, um quando eu ia para reunião (este) e outro que eu ia dia a dia marcando (final do artigo).
Outra observação é que como o quadro era pequeno, eu precisei mudar algumas posições.

Mas em poucos dias ele ficou assim:


E notei que quando terminei esse Sprint faltavam 3 dias para o fim do prazo, o histórico que tinha que documentar eu acabei pegando todos os Post-its e colando no caderno como se fosse um histórico, caso alguém viesse para me ajudar poderia mostrar tudo que já havia feito, métodos, problemas, soluções, etc, sei que temos que jogar fora os post-its, mas no meu caso eu estava sozinho e se alguem chegasse e perguntasse o que estava feito, teria a resposta em mãos =) Como meu quadro é pequeno, só me deixaram comprar um quadro pequeno, se fosse maior não deixariam eu utilizar na minha mesa e em lugar algum =(

Meu caderno:


Bom alguns desenvolvedores começaram a curtir, alguns falaram de usar post-its virtuais, alguns projetos que montam o Quadro no PC, mas o fato é que sem ser visual não é a mesma coisa, não dá impacto e essa ideia de ninguém saber o que você faz... não concordo, acho que todos os envolvidos tem que ver.

Bom o terceiro e quarto (último Sprint) foram os piores, pois eram módulos complexos e com muita coisa legada que refatorei, mas também ocorreu tudo no prazo.
O Dia final era 29/03, foi entregue dia 27/03.

Espero que minha experiência com Scrum Solo tenha ajudado aqueles que querem implementar Scrum mas por causa da Cultura e/ou pessoas não podem, mas experimentem aplicar o Solo, é simples, fácil e um quadro não custa 20,00 reais rs
  
Observação Final: Meu caro amigo Boaglio não usei o Gráfico de Burndown pois o quadro é minúsculo, mal cabem os Post-its, mas assim que tiver um quadro maior eu farei completo.

Eduardo Bregaida

18 de fevereiro de 2010

Scrum Solo?

Bom Dia, faz muito tempo que não posto um tutorial, talvez pela falta de tempo, talvez por não ter nada de novo e interessante para postar, pois o padrão de framework brasileiro para Java ainda é: Struts 1.x, JDBC puro, ou seja sem nenhuma ferramenta ORM (JPA, Hibernate, TopLink, etc) e o não uso de metodologias de desenvolvimento de software, ou seja, tudo é urgente, falta documentação, nada de que todos não conheçam já ;)


Bom, há muito tempo defendo metodologias ágeis, dentre elas o SCRUM, onde aqui no próprio blog sempre posto alguma palestra ou tutorial.

E como era de se esperar decidi adotar SCRUM aqui na empresa, mas como a equipe é individual ou seja, cada um pega uma gama de coisa e sai fazendo pelo menos no momento não daria para usar esta metodologia com todos, uma porque não há interesse por parte deles, outra porque é a velha história, isso não funciona e etc...

Há muito tempo atrás li o artigo do meu grande amigo Boaglio, no qual ele fala de SCRUM Solo, ou seja ele se organizou nos seus objetivos, tarefas e entregas.

Bom para quem lembra do SCRUM é necessário:

-Traçar um objetivo

-Traçar o backlog

-Criar o time-line ou Sprint (2 - 4 semanas)

-Quadro Kanban

-Reuniões com o PO

-Reuniões com o time

-etc...

Bom como não estou usando 100% do Scrum, logo ele é um Scrum but...

Isto porque meu objetivo é:

-Entregar módulos que o cliente pediu;

-Monto minhas User Stories;

-Coloco na área pendente do meu Kanban as prioridades que consigo entregar no tempo;

-Defini Sprints de 2 semanas;

-Antes de montar temos uma reunião forte com o PO e podemos acessá-lo em qualquer momento;

-No final do Sprint reuno e mostro o produto final.

-Não temos reuniões diárias, de Review e mais alguns pontos da metodologia, por isso Scrum but, lembrando que estou aplicando solo, ou seja, eu e Deus =p
A idéia do Boaglio é muito boa, funciona e está até o momento mostrando resultados, o quadro branco comprei ontem, pois eu havia colado Post its com as colunas e embaixo colava minhas tarefas, estava uma porcaria, uma mesa cheia de post its colado, dai comprei um quadro e estou agora organizando tudo nele.

Abaixo estão algumas fotos do quadro que montei e conforme for evoluindo o projeto vou comentando no blog como está indo e se conseguirei exito assim como o Boaglio.

Fotos do Kanban:


Em breve postarei mais de como anda essa experiência que estou tentando fazer.

Eduardo Bregaida

5 de agosto de 2009

Estimativa de prazos sem adivinhação!

Um artigo muito legal de um amigo que trabalhou comigo no projeto da VisaNet o grande Roberto Marinho dos Santos, Muito legal, fala sobre o tempo e estimativa, utilizei durante muito tempo FPA ou APF na TCS e era realmente bom, hoje utilizo o Planning Poker visto muito por que utiliza SCRUM, mas fica para uma outra hora, segue abaixo o texto escrito por ele:

Roberto Marinho dos Santos, PMP - rob.marinho@terra.com.br

Todos nós já ouvimos que o mercado é competitivo e sabemos que uma das consequências disso é a pressão por resultados, que são buscados geralmente na forma de projetos, e por sua vez são fundamentados em um tripé composto por escopo, custo e tempo, esse último, o tempo é o item que vamos abordar, procurando trazer luz a uma questão bem específica, principalmente no contexto de projetos de desenvolvimento de software, que é a de mensuração de prazos.
Formular prazos é algo que temos que lidar quase que diariamente, seja para uma atividade nova dentro de um projeto em que estamos participando, seja uma manutenção, ou diversos outros cenários em que nos vemos tendo que estimar prazos, e isso é algo que muitas vezes nos deixa desconfortáveis e apreensivos, pois nem sempre estamos seguros de estarmos informando o prazo suficiente ou exagerando na estimativa. Daí uma série de questionamentos se torna necessária: Como formulamos os prazos que fornecemos ? Quais são as ferramentas e técnicas que usamos para mensurar o prazo de uma atividade ? Simplesmente temos usado a famosa adivinhação, que consiste em "vou chutar e multiplicar por dois" ?.
A boa notícia é que existem formas de obter prazos mais precisos, com ferramentas e técnicas que podem ser usadas para obtenção dessas estimativas, e algumas delas são:

Opinião especializada, consiste em uma estimativa que pode se basear em informações históricas de outros projetos ou em opinião de especialistas, como por exemplo, consultar pessoas que possuem grande conhecimento específico em frameworks ou aplicativos que serão usados na atividade.

Estimativa análoga, significa usar a duração real de uma atividade anterior semelhante, como base para a estimativa da duração de uma futura atividade do cronograma, usada para estimar a duração quando existe uma quantidade limitada de informações detalhadas sobre a atividade. Pode também usar informações de projetos anteriores. A estimativa análoga da duração é mais confiável quando as atividades anteriores são verdadeiramente, e não apenas aparentemente semelhantes, e os membros da equipe que preparam as estimativas possuem a especialização necessária.

Estimativa paramétrica, uma estimativa de duração da atividade pode ser construída usando uma média das três durações estimadas. Muitas vezes essa média irá fornecer uma estimativa de duração da atividade mais exata do que a estimativa mais provável de um único ponto. Os três durações são:

Mais provável. A duração da atividade quando fornecidos os recursos com mais probabilidade de serem atribuídos, sua produtividade, as expectativas realistas de disponibilidade para a atividade do cronograma, as dependências de outros participantes e as interrupções.
Otimista. A duração da atividade se baseia em um cenário para o melhor caso
do que está descrito na estimativa mais provável.
Pessimista. A duração da atividade se baseia em um cenário para o pior caso do
que está descrito na estimativa mais provável.

Pontos de função, não poderia deixar de citar essa que é uma medida funcional de tamanho de software, introduzida em 1979 pela IBM, é realizada com base em cinco tipos de componentes de software: arquivos internos, arquivos externos, entradas, saídas e consultas. Embora tenha muitos críticos, por esses entenderem que essa técnica está ultrapassada, ainda encontra espaço no mercado e existem exemplos de seu uso demonstrando que essa ainda pode ser usada como apoio à estimativa de prazo.

Outro ponto a destacar é quanto a necessidade de abolir reservas não identificadas (tempo extra no prazo), que são usadas como garantia, e para isso é necessário uma mudança comportamental que deve começar e ser estimulada pelos gestores da equipe, que devem encorajar aqueles que vão fazer as estimativas a não incluir essas reservas nos prazos. Possíveis riscos e situações que possam gerar atraso identificados durante essas estimativas, devem ser registrados e reportados para que sirvam de apoio à previsão de reservas identificadas, criteriosas e de conhecimento de todos.
Concluindo, a expectativa aqui é estimular uma reflexão sobre as possibilidades na estimativas dos prazos e despertar o interesse sobre as técnicas para um possível aprofundamento, e porque não o seu efetivo uso, mesmo que de forma gradual mas consistente. Tenho certeza que os resultados valerão o esforço.


Referências Bibliográficas

International Function Point Users’ Group (IFPUG) - www.ifpug.org

Um Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK®) Terceira edição
2004 Project Management Institute.

20 de maio de 2009

Falhas em projetos é culpa da Cultura e não da Metodologia

Bom, estava pensando ontem durante o curso de certificação de Scrum, o maior problema da falha na construção de SW são as pessoas e não a metodologia em .
Pensem da seguinte forma:
Cascata, todos sabem que esse tipo de projeto não dá muito certo, ainda mais no esquema de escopo fechado, isso porque em todo o ciclo de vida do projeto as prioridades, os requisitos e o conhecimento seja ele por parte do fornecedor ou do cliente mudam, melhoram e o sistema tende a mudar.
Vendo as metodologias ágeis (Não estou apenas falando de SCRUM, não importa se é Scrum, XP, FDD, Crystal e etc...), quando falo metodologias ágeis quero dizer o Manifesto Ágil em si.
O que nos diz o manifesto ágil?
  • Indivíduos e interação entre eles mais que processos e ferramentas;
  • Software em funcionamento mais que documentação abrangente;
  • Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos;
  • Responder a mudanças mais que seguir um plano.

Ou seja, mesmo havendo valor nos itens à direita, valorizamos mais os itens à esquerda.

Fonte: Improve IT

Sinceramente vejo que muitas empresas, seja elas de pequeno, médio e grande porte dão muito mais valor as ferramentas e processos do que as pessoas.
Tanto que normalmente quem trabalha (principalmente em fábrica) é um "recurso", um Code Monkey que pode ser descartado a qualquer momento e substituído por outro.
E isso é um erro, pessoas são importantes, quando você deixa de motivar as pessoas de sua equipe elas tendem a sair, ou seja, não é só dinheiro que tira um cara bom do projeto e sim o ambiente no qual ele está instalado (Não estou dizendo nada sobre trabalhar de graça, dinheiro não importa e etc), se o cara é motivado de qualquer forma, ele sente que tem participação e importancia naquele determinado projeto o funcionário tende a estar mais motivado, produzir mais, estudar mais, porém, se a cultura da empresa preza que o cara é apenas um "recurso humano" e deixa ele meio que de canto (típico: "Vai fazendo aí"), o cara deixa a produção quase no zero, não quer saber de nada e provávelmente se ver outra oportunidade ele vai embora da empresa, isso é fato.
Nesses meus 5 ano de experiência tive diversos gerentes de projetos, daqueles mais arrogantes aos mais humildes, pessoas que trabalharia de novo e pessoas que nunca mais gostaria de ver na vida, pensando porque grande parte dos gerentes de projetos tendem a ficar assim:

1 - O gerente normalmente tem pouca ou nenhuma experiência e está sozinho;
2 - Comando-Controle, ele quer controlar tudo que alguém vai fazer;
3 - Status, o gerente está no topo da cadeia e todo mundo abaixo é serviçal.


E o que as metodologias ágeis vão me ajudar em uma cultura assim?
Provavelmente se ninguém mudar, não vai ajudar nada, na verdade a forma de melhorar um ambiente assim é começar mudando a forma como as pessoas pensam, isto é, o Cliente tem que estar 100% envolvido no projeto (não tem desculpas do tipo, ahhh ele está acostumado a fazer o levantamento junto ao analista de requisito e depois ele vai embora e só volta depois de 1 ano para ver o que aconteceu), a equipe não pode ficar tendo conflitos internos como acontece no modelo Cascata, como assim? vou mostrar o modelo cascata e dizer como ocorre esses conflitos:


Você tem a fase de Requisitos do sistema, requisitos de SW, design, Programação, Testes e Manutenção.
Normalmente o Analista de Requisitos de SW não gosta do Analista de Requisitos do Sistema porque ele faz a análise "Errada", o Design não gosta do Analista de Requisito de SW porque não era "necessário" para montar as telas do Sistema, o Programador não gosta do Design porque as telas são complexas e coloridas, o programador também odeia os Testers porque eles acham falhas, os Testers detestam os programadores porque não fazem certo e TODOS odeiam o Cliente que é o cara que está pagando.
Este exemplo eu vi com o Alexandre Magno e é a mais pura verdade, todos estão separados, assim que chega para o programador é como se a parte acima estivesse pronta e o projeto "terminado" e não é bem assim.

As metodologias ágeis forçam as pessoas a cooperar, o "Status" (Entendam Status como: Gerente, Coordenador, Arquiteto e etc) morre, o que existe é o Time, o time é responsável por fazer aqui andar, o time tem responsabilidades e o principal não é uma pessoa que vai ser cobrada, é o time todo, a idéia de individualidade deve desaparecer, o ScrumMaster não é necessáriamente um cara tecnico ou um Gerente de Projetos, o ScrumMaster é um cara que vai facilitar a vida do time e forçar que o time cumpra o que o Scrum diz, o Cliente tem que estar envolvido, seja de forma direta como de corpo presente, seja por um representante, o Cliente ou a pessoa que irá representá-lo no caso do Scrum em particular é o Product Owner (PO), o ScrumMaster não é o cara que a todo momento sozinho conversa com o PO, o time participa, o time faz as reuniões junto e o time aprende a ser auto-organizado, ou seja, o time se sente parte do projeto, o time evolui e o time sabe se organizar.
Muitas pessoas afirmam que isso não funciona, o famoso: "No meu projeto não se aplica", isso porque "dói" você mexer na zona de conforto, "dói" dizer que você não tem mais um poder soberano e só você manda, "dói" dizer que o time também decide o que vai dar para entrar em um Sprint ou não e principalmente "dói" mostrar ao cliente que ele não vai poder mexer em um Sprint em andamento, que pode cancelar um Sprint, se e somente se, o Sprint estiver comprometido com a mudança, ou seja, sair da zona de conforto é algo que dói e o pessoal acha comodo trabalhar em um modelo que o cliente não muda requisito porque tem uma multa gigante caso ele o faça, coloca uma gordura enorme no ciclo de desenvolvimento e o time além de desmotivado, transforma o projeto em um laboratório de pesquisa (Ou seja, testa tudo que há de novo no mundo da tecnologia que ele utiliza, mesmo que seja ultra-alpha 0.1.1_01) e muitos acabam como o próprio Alexandre diz, na famosa Síndrome do Estudante, vai deixando pra depois porque o tempo é grande e na última semana vara a madrugada fazendo porque foi deixando pra lá.
O fato é que qualquer metodologia ágil funciona SIM, desde que você Scrum Master treine o pessoal, ensine, mostre as vantagens, para o cliente, mostre quanto ele está gastando no modelo de escopo fechado com a gordura que você vai precisar colocar, mostre para ele que não vai poder ter mudanças pois não é algo previsto, mostre que levantar um sistema todo no começo provavelmente não dará certo.
Para a equipe, mostre para eles as vantagens de ser comprometidos com o projeto além do PO e do Scrum Master, mostre que eles fazem parte do corpo do projeto e que são importantes, não mais recursos, mas membros que fazem o projeto andar.
E Scrum Master cuidado para nunca cair no Comando-Controle, você não manda, você mostra, você opina, você tira dúvidas com o time e com o PO e você FACILITA a vida do time e não dá ordem para eles.
Mostre que o PO e o Time tem que estar comprometidos, que eles são toda a essência e importância do projeto e é claro, você já sabe que no papel de Scrum Master, você também tem que ter foco e estar comprometido.
Resumindo: Ouço muito o pessoal achando que Agile é apenas uma Buzz Word, uma modinha que não dará certo e que depois de um tempo você simplesmente esquece, bom, isso não é verdade, se você usa um Scrumbut, ou seja, tudo o que você acha legal, e o que "dói" você não pratica, realmente seu projeto e prazo vão estourar e realmente a metodologia não vai funcionar e é mesmo culpa dela? É duro sair da zona de conforto, mas os resultados serão totalmente positivos.

4 de novembro de 2008

Scrum e XP Direto das Trincheiras

Pessoal, desculpe pela falta de tempo para postar mais tutoriais e artigos, saiu na InforQ a tradução do livro Scrum e XP das trincheiras.
Vale a pena dar uma olhada.
É grátis.

Download do livro

29 de setembro de 2008

Agile


Agile SCRUM

From: eduardo.bregaida, 1 minute ago


Agile SCRUM
View SlideShare presentation or Upload your own. (tags: Ágeis metodologias)



Gostaria de agradecer ao Danilo Sato, Emmanuel Santana, Luca Bastos, Maciel, Moreira, Luiz Aguiar, Fernando Boaglio (ele tem umas fotos de Kanban muito boas no qual utilizei nessa apresentação), Rodrigo de Toledo e Roberto Nogueira pela ajuda e revisão dos Slides e também gostaria de agradecer toda lista de discussão do Visão Ágil, que me deram muitas dicas e fontes interessantes.


SlideShare Link